COMO RECEBER BEM,
TODAS E QUAISQUER MUDANÇAS?
Uma vez consciente,
De que a única coisa
Na Natureza, Permanente,
São as Mudanças,
Os Ângulos de Visão,
Se expandem
E caminhos antes não percebidos,
Ressurgem na amplidão
Da escuridão
Com toda pujança.
:
:
Todas e quaisquer mudanças,
Reservam em si,
Um grande e enorme
Potencial de desafios.
O que exige,
Dos conhecimentos,
Metidos em Brios,
:
:
O Orgulho do Amor
E do Respeito, próprios,
A SI E AOS OUTROS
Para tomar decisões,
Sem sofrer calafrios.
:
:
O mal hábito,
De ocultar a cara
Do mundo interior,
Atrás de fachadas,
Mostra Sentimentos
De Amor embrulhados,
Lamentavelmente,
Em capas emborrachadas.
:
:
Esta proteção idiótica,
Deforma a
SINESTESIA,
:
:
Da associação,
Do escopo ondulatório
Das Mudanças,
:
:
No Centro Mental Diretor
De cada um, dia após dia.
:
:
O que revela
Das pessoas
A Mental Incompetência,
De gerir e administrar,
Seu próprio cabedal
De Inteligência.
O Corpo Cósmico De Ondas,
Não consegue atingir
Os dados deste manancial,
Que controla bem
De cada um
A Ambivalência.
Quando a Esperteza,
Já assumiu, do seu dono
A sua mental vivência
O Centro de Inteligência,
Do Universo Mental Diretor
Deste, ou daquele individuo,
Nesta condições
Quer seja homem ou mulher,
Reserva um confuso,
Sistema de Sentimento de Amor.
:
:
Sem Lógicas Habilidades
De entender e verificar,
Métodos indutivos.
:
:
Que toda mudança provoca,
Quer sejam ou, não,
Indivíduos Criativos,
Podem vir fortes impactos,
A sofrer.
E muitos deles com
A sensação de doer.
:
:
O hábito de juntar
E entender,
Evidencias observáveis,
:
:
Leva este, ou aquele individuo,
A corrigir velhos,
E integrar ao seu,
:
:
Centro Diretor de Inteligência
Novos conhecimentos,
Com eestilos formidáveis,
:
Com eestilos formidáveis,
:
Para receber bem
Todas e quaisquer mudanças,
As quais estimulam,
Novas Ordens do Pensar,
:
:
Nas diferentes amplitudes
De entendimentos.
:
:
O não fazer isto constantemente
Confunde e atrapalha,
O não receber bem
As mudanças necessárias
A Mente concomitantemente.
:
:
Por esta razão
Sempre falha.
:
:
A INCONVENIÊNCIA
Da pouca cultura,
:
:
E a CONIVÊNCIA
Em manter
As Faculdades Mentais,
Sempre duras,
:
:
Deformam de qualquer um,
Diante das mudanças,
As suas pessoais posturas.
A PRIMEIRA,
A INCONVENIÊNCIA
:
:
É uma faca
Tremendamente cega,
Nos dois gumes,
:
:
Que não corta,
Os grilhões da
DEPENDÊNCIA.
:
:
Porque ela resiste a
MUDANÇAS DE DESEJOS
E DE NECESSIDADES,
NECESSIDADES ARTIFICIAIS
SÃO AS FORÇAS CEGAS
DAS HUMANIDADES.
Precisam ser exercidas,
Sob a Luz da Inteligência,
Jamais da Esperteza.
:
:
Quando nos seus
Giros ondulatórios,
A Inteligência é
Trocada pela Esperteza,
:
:
Um pouco mais a frente,
As Mudanças cobras um novo reajuste,
Contundentemente.
:
:
As pessoas ficam resistentes,
E o primeiro sintoma
É a Indelicadeza.
A SEGUNDA,
A CONIVÊNCIA.
Complacência com,
Os próprios erros e defeitos,
Torna os seres humanos,
Neste caso,
:
:
SEM EXCEÇÃO,
INCAPAZES,
AINDA QUE SOB FORTE
PRESSÃO DA MUDANÇA,
:
:
DE PRATICAR,
SEM CONSTANTE ORIENTAÇÃO
UMA EFICAZ AB-REAÇÃO
Para reverter na mente,
Os danosos efeitos
De uma má Educação.
:
:
É neste momento que
o Adágio popular se justifica.
"A VACA FOI PRO BREJO",
E LÁ, ELA FICA.
Evilasio de Sousa.
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